Os livros não mentem. Não são interesseiros. Não te sussurram malícias.
Acariciam-te as dores, lambem-te as feridas, beijam-te a face que se encontra em lágrimas.
Livros são a minha salvação. E só neles posso contar.
Obrigada. Por uma infância menos dolorosa,por os consolos durante a adolescência, e pelo carinho que me dão neste momento tão difícil da minha vida. Obrigada.
Obrigada livros. Livros de romance, suspense, policiais, terror, fábulas, etc. Livros. Obrigada.
Su*
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
Aprender a dizer NÃO. // Música #5
Adoro o quanto eu estou disponível para os outros. Mas eles não para mim.
É sempre desculpas atrás de desculpas. E desculpas posso eu bem mandá-las fora da janela. O facto é que não tenho ninguém a meu lado quando preciso.
Tendo 20 anos ,reflectindo sobre isto, apercebo-me que dependo demasiado nas pessoas. Que de certa forma a minha felicidade depende da felicidade dos outros. Logo tento ajudar, mas quando preciso..não é conveniente vir ajudar-me.
E eu apenas digo isto: que vos fudeis.
Uma pessoa está aqui sempre disponível para sair, respondo sempre às sms mal possa, mesmo eu tento um ambiente familiar difícil de lidar e vários problemas na vida, eu corro a sair de casa se alguém precisar. Mas adivinhem só? Hoje, a escurecer, chover, frio, estou eu sozinha no meu quarto. Está aqui alguém a bater-me à porta? Não. Está alguém a oferecer ajuda por sms ou facebook ou skype , etc ? Não.
Por isso a partir de agora vai ser não.
Amigo random-"Su podes sair comigo? O meu namorado tá a ser *inserir descrição enorme como o namorado tá a aparentemente ser idiota, e o problema deles pode ser resolvido em 5 mins* "
Eu- NÃO.
Vai ser não pra tudo. Não quero sair contigo. Não quero falar contigo. Na verdade, vai há merda.
Já aturo muito, não preciso de vos aturar. Apercebi-me que com 20 anos tenho amigos bem falsos. E entristece-me sinceramente.
Su*
É sempre desculpas atrás de desculpas. E desculpas posso eu bem mandá-las fora da janela. O facto é que não tenho ninguém a meu lado quando preciso.
Tendo 20 anos ,reflectindo sobre isto, apercebo-me que dependo demasiado nas pessoas. Que de certa forma a minha felicidade depende da felicidade dos outros. Logo tento ajudar, mas quando preciso..não é conveniente vir ajudar-me.
E eu apenas digo isto: que vos fudeis.
Uma pessoa está aqui sempre disponível para sair, respondo sempre às sms mal possa, mesmo eu tento um ambiente familiar difícil de lidar e vários problemas na vida, eu corro a sair de casa se alguém precisar. Mas adivinhem só? Hoje, a escurecer, chover, frio, estou eu sozinha no meu quarto. Está aqui alguém a bater-me à porta? Não. Está alguém a oferecer ajuda por sms ou facebook ou skype , etc ? Não.
Por isso a partir de agora vai ser não.
Amigo random-"Su podes sair comigo? O meu namorado tá a ser *inserir descrição enorme como o namorado tá a aparentemente ser idiota, e o problema deles pode ser resolvido em 5 mins* "
Eu- NÃO.
Vai ser não pra tudo. Não quero sair contigo. Não quero falar contigo. Na verdade, vai há merda.
Já aturo muito, não preciso de vos aturar. Apercebi-me que com 20 anos tenho amigos bem falsos. E entristece-me sinceramente.
Su*
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
Não sei ser feliz // Music #4
Há dias que me canso de mim mesma. E há dias que me farto de mim mesma. E há dias.. em que não me importava de desaparecer.
As pernas não andam, o coração mal bombeia, a mente não funciona.
Tu mataste-me por dentro. Preferes aparências.
E depois deposito esperanças em outra pessoa, que por minha humilde expectativa, esperava que me fizesse feliz mas... sinceramente, existe mesmo felicidade? Em 2016 vai fazer 11 anos que já não sei o que é ser feliz. Se calhar crescer é isso mesmo. Mas se é... temos mesmo de crescer?
Não quero ver ninguém, mas quero ver-te. Quero chorar, gritar, esmurrar, esgadanhar, escalar paredes... mas quero um abraço teu. Queria...uma oportunidade...
E principalmente...pff...levem-me de volta aos meus 10 anos... à minha inocência. À minha ignorância. À minha criancice. À minha felicidade.
"Never ...wanted... to show... I'm weak.
I'm falling all over myself. Trying to be someone else.
I wish you would dare to walk me home.
So I wouldn't have to feel alone".
As pernas não andam, o coração mal bombeia, a mente não funciona.
Tu mataste-me por dentro. Preferes aparências.
E depois deposito esperanças em outra pessoa, que por minha humilde expectativa, esperava que me fizesse feliz mas... sinceramente, existe mesmo felicidade? Em 2016 vai fazer 11 anos que já não sei o que é ser feliz. Se calhar crescer é isso mesmo. Mas se é... temos mesmo de crescer?
Não quero ver ninguém, mas quero ver-te. Quero chorar, gritar, esmurrar, esgadanhar, escalar paredes... mas quero um abraço teu. Queria...uma oportunidade...
E principalmente...pff...levem-me de volta aos meus 10 anos... à minha inocência. À minha ignorância. À minha criancice. À minha felicidade.
"Never ...wanted... to show... I'm weak.
I'm falling all over myself. Trying to be someone else.
I wish you would dare to walk me home.
So I wouldn't have to feel alone".
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the pretty reckless
sábado, 10 de outubro de 2015
Ensaio imortal - poesia.
Rios escarlate viajam por meus membros.
Oceanos navegam sob lúcida epiderme.
Unhas rasgam tecido.
Coração esfarela-se.
Alma imortal finalmente esventrada.
Sofrimento eterno, que, não mais, é eterno.
Apenas uma escolha reside.
Resposta é sabida. Imoral. Imperdoável. Mas, pacífica. Sabida.
Me afronta tal escolha se ponderar em minha mente.
Mas me devo lembrar que meros mortais não são graciosos como os Deuses.
Deuses com suave e perfeita superfície. Caras simétricas. Olhos com deliciosa frieza.
Sou apenas mais uma nesse mundo. Entre mortais e imortais.
Oferta me foi possuir alma imortal. Mas traí a moralidade por detrás de tal oferta.
Não sou merecedora jamais dessa alma.
Só me resta uma escolha.
Escolha sabida deveras outrora há tempos.
-Su*
Oceanos navegam sob lúcida epiderme.
Unhas rasgam tecido.
Coração esfarela-se.
Alma imortal finalmente esventrada.
Sofrimento eterno, que, não mais, é eterno.
Apenas uma escolha reside.
Resposta é sabida. Imoral. Imperdoável. Mas, pacífica. Sabida.
Me afronta tal escolha se ponderar em minha mente.
Mas me devo lembrar que meros mortais não são graciosos como os Deuses.
Deuses com suave e perfeita superfície. Caras simétricas. Olhos com deliciosa frieza.
Sou apenas mais uma nesse mundo. Entre mortais e imortais.
Oferta me foi possuir alma imortal. Mas traí a moralidade por detrás de tal oferta.
Não sou merecedora jamais dessa alma.
Só me resta uma escolha.
Escolha sabida deveras outrora há tempos.
-Su*
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