segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Puxar os cordelinhos aos universitários: um livro escrito pelo meu stor de literatura

Ora eu como um inocente ser humano inscrevo-me na cadeira de Literatura I, e não é que o raio do homem (AKA: "senhor professor") me dá uma lista de 2 PÁGINAS , que de acordo com ele, são ESTRITAMENTE necessárias para passar à disciplina?
Lies I tell you my friends, lies. 
Já estou a ver os meus testes a correrem num brinquinho, 5 estrelas. Ai que eu este ano dou em louca.. vá , é só mais um ano e concluo o curso! Agora bora comprar as listas de livros que tenho *cof* obrigatoriamente* cof* de ler para passar.

-Su*

Música 2#

Outra música que me toca nos feels. Faz-me lembrar uma certa pessoa...



"When I can see the floor, you made my window a door.
So when they say they don't believe, I hope that they see you and me"

-Su*

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

A minha resposta ao video "Dear Fat People"

Para quem não sabe está a acontecer um enormeeee rebuliço sobre um video chamado "Dear Fat People" e eu não aguento mais não expressar o que sinto em relação a isto.



1º - Quero falar do facto de ficar seriamente zangada que esta mulher (Nicole Arbour) se nomeie  "comediante". Merdiçes. Eu acho que a comédia pode ser utilizada para dizer verdades ,falar de problemas sérios, mas não humilhar completamente determinado público alvo. Ela não é comediante, mas sim um bully

2º - Embora o video seja extremamente rude e cheio de más intenções, eu tenho de admitir que concordo com a parte do "body positivity". Há que dar motivação a pessoas com peso a mais, porque honestamente quem está a passar por esta experiência horrível de perder peso, o que mais precisa é apoio psicológico. Isso sim é body positivity, ensinar alguém a amar-se de forma saudável. Agora não concordo em body positivity em obesidade. Há apenas que dar um "abanão" ,  porque quando é demais, é demais. No entanto como disse, isso trata-se com educação alimentar, apoio familiar, apoio psicológico, um médico para ir vigiando o corpo da pessoa em questão... etc. Essa é a minha definição racional de body positivity. Porque nem tudo se resolve com hashtags.

3º- Ninguém tem culpa de como é. Existem pessoas que já desde pequenas têm a tendência de serem mais gordinhas, há pessoas que têm um problema de saúde e infelizmente ganham peso, existem mulheres grávidas que por darem há luz ganham peso, há pessoas (like me) que ganharam peso graças a uma depressão, e por aí fora.
E ninguém que tenha passado por isto sabe o quanto nos sentimos "presos" no nosso próprio corpo, rejeitados pela sociedade. Eu até ao início deste verão é gordinha (não obesa, mas ligeiramente acima do peso ideal) e vocês não fazem ideia do quanto horrível era fazer compras. E eu não era obesa! Imaginem se fosse!

4º - Não se precisa de comentários negativos. Uma pessoa já está a  passar uma jornada de perder peso suficientemente difícil, que demora imenso tempo, logo uma pessoa não precisa de aturar comentários extremamente mal educados.

5º - Existem pessoas que gostam de ter peso a mais. Pode não ser a situação mais saudável, mas quem somos nós, quem É a Nicole Arbour para julgar o que cada um quer ser

Conclusão: mais uma vez fiquei extremamente desiludida com a sociedade. Hoje em dia mais facilmente se perdoa pessoas que sofrem de problemas de alchool ou drogas, do que pessoas que NÃO querem ter peso a mais e precisam de ajuda. Estou honestamente perturbada e enjoada.

Agora que perdi peso (apenas tenho uma barriguita que ainda tenho de perder, apenas mais uns 2 kg) , eu bem vejo como me tratam. As pessoas falam mais para mim, os rapazes mandam mais piropos, as pessoas nas lojas são muitooo mais simpáticas...

Odeio a sociedade de hoje em dia. Não podia ficar mais triste.
E Nicole Arbour, o mundo não precisa de pessoas com a tua "comédia".

-Su*

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Música 1#

Às vezes sinto que sou masoquista e ponho-me a ouvir músicas tristes quando estou em baixo.. esta consegue sempre dar-me os feels.




-Su*

Amor próprio VS Orgulho

Sempre achei que existe uma grande diferença entre amor próprio e orgulho.
Não tenho paciência para orgulho e para desculpas. E o meu amor próprio diz-me que mereço melhor.
É o que acontece quando alguém te desilude. O que acontece quando alguém opta pelo orgulho e decide não fazer o seu melhor, quando o podia perfeitamente fazer. É aí que realmente vês quem deve estar na tua vida ou não.

O meu conselho? A vida é demasiado curta para a desperdiçares com quem não contribui nada para a tua vida. Procura melhor. Mereces melhor.

Aprendi isto recentemente. É o melhor conselho que posso dar de momento.

(vamos fingir que não estou magoada a escrever isto)

-Su*

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Eu quero! #4

Recentemente tornei-me uma fã de Stephen King graças ao seu livro "Cell" (que aproveito para dizer que vai ser adaptado para cinema). E como fã eu quero mesmo ler os "clássicos" dele.
Neste post os clássicos que falo são "The Shining" e a sua recente continuação , "Doctor Sleep".
Como não querer ler? :)






-Su*

Eu quero! #3

Eu tenho mesmo de ler este livro. A história cativa-me de tal forma que nem consigo explicar. E depois a capa... a.capa. É simplesmente perfeita. O livro "encanta-me" mesmo. Mais um para a minha whishlist!




-Su*

Já cá canta 1# - Amor à primeira vista - Catherine Anderson

Ora já cá canta um novo livro para a minha estante! Eu andava mesmo numa de ir à Bertrand e comprar "A Rapariga no comboio" , porque ando a morrer por lê-lo .Mas acontece que ontem fui a uma feira do livro e encontrei este menino aqui.
Em primeiro lugar não conhecia de todo a autora (Catherine Anderson), e se há coisa que eu adoro é expandir os meus horizontes. E em segundo lugar, esta autora criou uma personagem principal com uma deficiência , que vai encontrar o "verdadeiro amor". Ora é extremamente raro eu encontrar livros deste género (a coisa mais próxima só se for "A culpa é das estrelas" do John Green). Mas não só é algo diferente, como aparentemente (não acabei de ler ainda) vai ter um final feliz e realista.
Admiro imenso autores que falam com pessoas com estas deficiências e fazem um esforço tal para mostrar uma realidade diferente aos seus leitores. Assim como dar esperança a uma felicidade próxima para estas pessoas com menos possibilidades.
Catherine Anderson, já tens mais uma fã!



-Su*

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Eu quero! 2#

Eu quero uma relação calorosa. Aquele sentimento ardente, estável e pacífico dentro do meu peito a cada batimento cardíaco. 
Quero ter certezas e não ter espaço para dúvidas.
Não quero viver baseada em medos e receios.
Quero amor.
Beijos,abraços, carícias em recantos reservados só aquela pessoa.
Quero dar-me completamente, e receber o outro igualmente completo.
Desejo olhar-lhe nos olhos no meu último suspiro , e saber "Tu foste,és,e sempre serás o tal".


-Su*

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Eu quero! #1

Como viciada em livros que sou, ando sempre a procura de novidades. E a novidade do momento é mesmo esta: "A Rapariga no Comboio" de Paula Hawkins.
Vi este menino na wook há umas semanas atrás no top dos mais lidos, e desde então ando com este bichinho da leitura que não me larga.
O raio do livro está-me a deixar super curiosa! Mal posso esperar para o poder comprar e devorar no mesmo dia.




-Su*

Vício.

Vício. Basta dizer esta palavra e todos nós ficamos com um sentimento de "guilty pleasure", pois todos nós temos os nossos vícios.
O meu? Livros! 
A minha maior maldição é estar a ler um livro, ter mais 10 livros para a seguir ler, e no entanto basta-me entrar numa livraria para...comprar.mais.um.livro! 
Só mais um...digo eu enquanto me delicio a sentir a textura das capas, o cheirinho a papel, a sentir o toque suave mas ligeiramente ríspido ao mesmo tempo por debaixo dos meus dedos.
São os meus amores e nada são iguais, não há nada que me substitua os meus queridos livros, e ai de alguém que se atreva a "magoá-los". 
Mas será que eu sou a única que odeia verdadeiramente emprestar livros? Tenho sempre medo que magoem os meus bebés... Há aquele carinho todo, o tempo, a dedicação até de construir uma biblioteca em miniatura personalizada. E quero cuidar deles!
E como um vício,é verdadeiramente amado. E como qualquer viciada, ou "Bookaholic" (pun inteded) , o meu maior sonho é ter um quarto na minha futura casa em que possa decora-lo com imensas prateleiras para os meus livros, e os meus futuros. Também já ia daquelas cadeiras super confortáveis e uma mesa de centro para um cházinho bem quentinho.
Ai ai vício, que és tão bom mas que me fazes tão mal à carteira.
Mas como eu costumo dizer, há vícios bem piores ;)



-Su*

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Relações: quando não corre como esperas.

Diz-se que o mundo dá voltas e reviravoltas, e não podia concordar mais com isso.
E quando digo isto, refiro-me à minha angústia de momento.
Para ser mais específica: relações amorosas.
Tudo é muito bonito. Os beijos, abraços, o sentimento caloroso dentro do peito, as borboletas no estômago, as memórias criadas com aquela pessoa especial... mas o mal é quando tudo isso deixa de nos ser relevante e nos perguntamos "é mesmo isto que quero?"
Este é precisamente o meu caso.
Estou quase com 3 anos de relacionamento com alguém, que pensava eu era muito especial, mas que me desiludiu. 
O meu primeiro erro foi pensar que o poderia mudar. Fui egoísta, mas também ingénua.
Ele é um excelente rapaz, muito bom ser humano. Mas às vezes...não é suficiente. Não quando se tem uma falta tremenda de carinho... de amor.. de contacto e calor humano...
A frieza dele mata-me a cada segundo e eu já não consigo esconder. 
Pensei sim, que com o tempo e o meu amor, fosse ele mudar e abrir um pouco mais de mão da sua falta de sensibilidade e fosse mais humano. Mas como disse, quem me manda ser egoísta ao ponto de pensar que o conseguiria mudar?
Agora vamos ao meu segundo erro: dar demasiada importância a familiares do dito cujo. 
Para toda gente que me esteja a ler,nunca deixem que os familiares interfiram na vossa relação. Porque infelizmente, é simplesmente horrível. Deixei que me falassem mal, deixei que ele fosse "brainwashed". Isso diz muito. Quer da família, quer da pessoa com que estou.
E por fim digo: vocês merecem melhor. Sim VOCÊS merecem amor,carinho,afecto,dedicação. Cada um de vocês é especial, e merece alguém que vos dê o devido respeito e atenção. Sem desculpas, sem frieza, sem tretas absurdas. Porque amor só vale a pena se for ardente,selvagem e bem vivido. E de certo,não é o que eu tenho.

-Su*